"A estratégia brutal do Governo sírio não pode justificar os abusos cometidos pelos grupos da oposição armada", afirmou Sarah Leah Whitson, diretora daquela organização internacional de defesa dos direitos humanos para o Médio Oriente.
"Os dirigentes da oposição devem dizer claramente aos seus partidários que não devem torturar, sequestrar nem executar, sejam quais forem as circunstâncias", acrescentou.
Segundo a organização, a revolta popular iniciada há um ano de forma pacífica transformou-se numa rebelião armada, especialmente a partir de fevereiro, depois de as forças do regime lançarem grandes ofensivas militares contra bastiões da oposição.
Vários dos grupos oposicionistas que cometeram abusos não parecem pertencer a estruturas organizadas nem depender do Conselho Nacional Sírio (CNS), o principal grupo opositor ao regime de Bashar al-Assad, segundo a organização.
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